sábado, 22 de agosto de 2009

Este blog já é velhote.
Au revoir!

terça-feira, 10 de março de 2009

19h

O crioulo cantado ressoa pela rua ocupada. As pessoas saem, entram, correm. Os autocarros saem, entram, correm.
O rapaz é de Cabo Verde. Solta os braços, as pernas, a voz, os lábios;
A rapariga é da Guiné. Solta o sorriso, as mãos, os cabelos, o olhar;
O beijo enterlaçado ocorre numa rua ocupada, numa parede graffitada, numa nuvem quente de Cê-Ó-DoiS.
O mundo está a perder a beleza.

domingo, 1 de março de 2009

Al Bertices

Hoje acordei melancólica e infeliz, como tenho andando desde há dois dias para cá, e encontrei O Medo deitado pacificamente sobre a minha mesinha de cabeceira.
Surpresa agradável.
Thank you bro.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

É só cães aí fora e eu tou a ter uma crise porque sou uma adolescente de merda

Eu só queria o meu espaço, poder enfiar-me no meu próprio buraco negro. Este mundo tá cheio de parasitas e eu já não posso vê-los à frente. Sabes o que é que eu preciso? Anonimato.

She's lost control

again.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Se calhar vou parar.

Acho que estou a ficar um bocadinho farta de ter os Pés no Ar e a Cabeça no...Chão.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

I&J

Come on junkie, be happy!
Enche a tua cabecinha com pensamentos melhores.
Recorda isto, pelo menos :)

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Sweet 19

É que já lá vão 19! Eu considerava grave... eheh

Minha camarada de merda, é só pra dizer que mal posso esperar por te dar um mega abraço sexta e te ver botar uns copitos abaixo! Nao te vejo ha quase um mês, na pode ser...

E vê se trazes a máquina. Quero registos! :D

domingo, 18 de janeiro de 2009

"Hoje estou convencida de que ninguém perde ninguém, porque ninguém possui ninguém. Essa é a verdadeira experiência de ser livre: ter a coisa mais importante do mundo sem possuí-la."
Pois.
Alguém oferece aulas práticas? :)

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Parvossauro

Profundamente aliviada!
you know what i mean... :)
je t'aime.

domingo, 11 de janeiro de 2009

a consciência do inconsciente (pesa).

Pergunto-me se sou, se não sou, se alguém entrou em mim, se alguém mexeu cá dentro e trocou uma peça qualquer que me retirou a identidade. Pergunto-me se está tudo bem aqui em cima, com o meu monte de massa ranhosa e cinzenta que dizem ser o cérebro. Pergunto-me o que se passou naquele momento, para fazer aquilo que um dia pensei nunca vir a fazer. Mas fiz. Eu fiz. E agora tenho montes de quilogramas a esborracharem-me a (in)consciência.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Into the Wild

Tem aquilo a que eu chamo "uma banda sonora do caralho". E é bom.

sábado, 6 de dezembro de 2008

Ui

Não gosto nada quando pintam o cabelo e se esquecem das sobrancelhas.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

:)


domingo, 23 de novembro de 2008

Não me chateiem.

Eu não gosto de intrigas e muito menos que me ponham no meio delas, por isso é bom que entendam que não vale a pena tentarem isso comigo. Só me importo com as pessoas que fazem parte da minha vida, com as pessoas que são realmente importantes para mim. Escusam de me vir dizer esse tipo de coisas, escusam de tentar influenciar-me porque, daqui, nada vão ter. Stresses que tenha com as pessoas com quem me importo, são problemas, não intrigas. E os problemas resolvem-se porque somos pessoas normais e conseguiremos resolve-los. Com intrigas, não me chateiem. Tenho mais que fazer.
O que ouvi de ti foi somente o "olha por ele". O resto foi música para os meus ouvidos. Porque o resto era o início de uma intriga. E eu tenho mesmo muito mais que fazer.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Sinto falta disto:



la musique,


o sorriso constante,

os desconhecidos que abraçavam,

A cerveja quente,


O pé d gesso e uma carica no chão.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Bored

Normalmente passo a vida a rir. E a fazer rir, também. Mas ultimamente tenho tido uma impaciência e uma intolerância terrível para com tudo (e todos). Curtam estes dois segundos do meu estado enjoadinho/"não me toques". Para os que me conhecem bem, é favor não rir, eheh.

video

P.S- Foi o Pedro, logicamente, que caçou este belo momento.

P.P.S- Agora é que reparei que afinal não se vê quase nada. Pronto, azarinho...

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Tinha de partilhar isto convosco:

Considero genial.

sábado, 18 de outubro de 2008

Camarada Belinha

É por estas e por outras que não me apetece nada que vás para a IVª!
Vais-me fazer cá uma faltinha...upa upa!

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Um part-timezito é que já ia...

Tenho 16 anos acabados de fazer. Chamam-me estupida por ter estas ideias, mas a verdade é que quero mesmo trabalhar. Não é que vá adiantar muito, serão apenas uns trocos para o meu mealheiro. Mas uns trocos são sempre uns trocos, e são sempre melhor que nada. Assombra-me a ideia de ter de estar tão dependente dos meus pais e encarregá-los tanto das minhas despesas. Sinto-me condicionada para ir ao cinema, comprar um livro ou ir ao teatro, porque neste país a cultura paga-se e, infelizmente, paga-se caro. Quero ter independência, entrar no mundo do trabalho e, mesmo que não me safe, ao menos tentar. O sabor da experiência ninguém me tira.
Já fiz um currículo e não me parece estar mau. Para 16 anos também não se pode pedir grande coisa. Os meus pais dizem que sim e que muito bem, mas quando chega a hora dão-lhe uma de "tem de ser conversado", o que me irrita. Encontrei um part-time de segunda a sexta das 18.30 às 21.30, porreiríssimo. Dizem-me que tem de ser muito bem falado porque não me querem deixar vir para casa todos os dias às dez da noite. E, no entanto, deixam-me passar as sextas e sábados até às tantas no Bairro Alto. Afinal em que é que ficamos? Vá, não os censuro, são pais e têm o direito e o dever de me proteger. Mas era só uma borla, para eu me lançar à estrada. Era tão bom! Enfim.

domingo, 5 de outubro de 2008

O Mundo Fabuloso de Joana

Curtia tanto.

sábado, 4 de outubro de 2008

"hm, hm"

É bom que te lembres que estou sempre contigo.
aham? :)

sábado, 27 de setembro de 2008

Chamam-nos anhados e, no fundo, anhados somos.

"Quis fazer um desenho desenhado pela minha mão que desenha desenhos mas não me ocorreu nem me deu nenhum rasgo rasgado de luminância ideológica das ideias pensadas pelos pensamentos pensados pelo cérebro que é meu e não teu. É meu. Assim, portanto, no entanto, momentaneamente neste momento, decidi, decididamente, expressar expressivamente a minha, que é só minha e não tua, é minha, "A minha", volto a citar, a minha falta de imaginação imaginária que surge e urge sempre e quase sempre, ou seja, nunca, neste tipo de situações situadas no tempo temporal em que me é possível e não é possível possibilitar a apresentação apresentada por mim, ou melhor, pela folha, por esta folha folheada, pois é ela, ela e não tu, que mostra qualquer registo de acção gráfica analógica. Assim, nesta altura, (2m aproximadamente), dei conta desta situação situada no estado de anhanço em que me encontro. Por isso, pão com chouriço e febras e feijão, a folha, esta folha que vem da árvore, da madeira da árvore que estava nos arvoredos da floresta florestal, está a acabar e então vou parar e acabar de escrever porque tu, que estás a ler isto, és ainda mais anhado do que eu..."

(Era uma folha, que veio da árvore, da madeira da árvore que estava nos arvoredos da floresta florestal, pregada a um placar de cortiça cortiçada arrancada dos sobreiros sobreiramente envelhecidos, na sala da aula portuguesa de Português. Foi um anónimo que escreveu anonimamente estas palavras palavreadas. E se estás a ler isto, então já anhaste anhadamente mais uns quantos segundos do tempo temporal em que te situas situadamente e, etc.).

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Uma (não última) referência a ti.

Tenho um nó no estômago. Quero dizer-te muitas coisas, mas parece que nunca te chegam aos ouvidos como eu queria que chegassem. Talvez a culpa seja minha. Talvez eu não use as palavras certas, as expressões certas, a voz certa...Não sei. O que me fode, é esta relação que temos agora. Quase nunca me sorris. Sinto, por vezes, que me olhas com nojo e rancor. Isso entristece-me. Não conseguimos manter uma relação minimamente normal. Eu não consigo ver-te como te via antes e tu não consegues...não sei o que é que tu não consegues. Caguei para o que é que não consegues! Só queria poder dar-me contigo. Quando falamos, acabamos sempre no joguinho parvo e inútil do "tu fizeste isto, eu fiz aquilo..". Odeio isso.
Às vezes dou por mim a olhar-te pelo canto do olho. A mesma imagem que via no início. Umas pestanas grandes, a barba miudinha, os lábios perfeitinhos, tudo incrivelmente doce. Mas se por acaso me olhas, uma tristeza gigante e traiçoeira envolve-me, rouba-me o momento. Então desvio o olhar e finjo que não aconteceu nada. Que merda de discurso! Isto não vale a pena. Só queria que soubesses que o Adeus não tem de ser eterno. Um beijo.

domingo, 14 de setembro de 2008

É preciso dizer "Adeus".

(...)
Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor,
já se não passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.
Não temos já nada para dar.
Dentro de ti

não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.

Adeus.

Eugénio de Andrade

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Avante camarada, Avante!

Vou pro pé dos Comunas. A ver se ainda volto viva!

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Aconteceu

O Now pede pessoas pra cantar ao vivo. Fixe,
Amanhã às 9.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

1/09

Parabéns Stiehl. És grande

sábado, 23 de agosto de 2008

Vou para Lagos.
Espero poder escrever aqui qualquer coisa de vez em quando. Senão, volto pelos inícios de Setembro :)
See ya*

"Joana, tens uma carta"

Hoje tinha no correio uma coisinha deste género:


Idiotas são aqueles que acreditam que os sms's podem substituir as verdadeiras cartas. Impossível. Rasga-se o envelope, as letras escritas à mão fazem-se ler rapidamente pelos nossos olhos. A sensação é poderosa, o valor é ilimitado.


Obrigada *., por me escreveres aí das entranhas da Europa :)

sábado, 16 de agosto de 2008

O que passou, passou.
E o que será, será.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Há dias vi um pedófilo.

Eu ia no Metro. Quietinha no meu lugar, ouvia Franz Ferdinand e ia observando todas as pessoas (como sempre). O que se via não era nada de mais: apenas umas quantas pessoas a sair e outras quantas pessoas a entrar...essa chata rotina que todos conhecem.
O que me chamou a atenção foi o nariz. O homem tinha o nariz tão mas tão grande, que eu juro que ali deviam caber pelo menos 2 ou 3 dedos! Só depois reparei na criatura angelical que o acompanhava. Então, tinha à minha frente o seguinte quadro: um homem magro com pele vermelha e marcada, um nariz enorme, dentes podres e um casaco verde mesmo à avôzinho; e ao lado, um rapazinho de 6 ou 7 anos, pele branquinha e suave, olhos azuis e meio gordinho. Olhei para aquele quadro pintado a realidade e pensei para mim própria que muito dificilmente aquele estrambolho seria o pai da criança, mas achei uma estupidez estar a pôr isso em causa. Entretanto, a mão do homem lança-se à perna do puto. Toca aqui, toca ali, volta a tirar. Depois agarrou-lhe a mão, deu-lhe festinhas, beijou-a e beijou-a a dar-lhe festinhas. Eu liguei logo as antenas. "Mas que porcaria é esta?", pensei... Mesmo que fossem parentes, a confiança que ali existia era muito estranha. Continuei a olhar, desta vez exageradamente. Então o narigudo começou a olhar-me muito, na tentativa de me intimidar. Mas eu continuei. O homem levantou-se, o puto levantou-se e sairam na paragem seguinte. Segui-os com o olhar até os perder de vista, para o caso de o miudo me dar algum sinal. Quando olho para o lado, estava uma rapariga a fazer exactamente o mesmo que eu. Perguntei-lhe se aquilo lhe parecera estranho. "Sim, muito. Pedófilia, será?".
Há certas coisas que me metem muito nojo.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

O triste sistema do Sistema

Se tiverem paciência, vejam até ao fim.
Vale muito a pena.
P.S- A propósito, estou de volta :)
P.P.S - Se não conseguirem ver, tentem AQUI.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

São 15 horas de autocarro

Vendo bem, Andorra é já aqui ao lado!
Até dia 10, minha gente :)

Princípo, Meio e Fim

Tal e qual como uma relação.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

No Surprises

O início desta música dá cabo de mim.

Ultimamente o meu cérebro anda a 'tempestar' demasiado...

(Preciso de conforto)

P.S- que cena tão adolescente, não é? lol, fuck...

Um mês

Há quase um mês que não deixava aqui nada. A verdade é que fui 3 semanas para Alvor e não apanhava net lá (e também não estava para ir a um cyber a toda a hora). Anyway...voltei, isso é que interessa.

domingo, 6 de julho de 2008

Quero dizer-vos isto:

Os traumas são uma merda. Rasgam-nos, abrem-nos uma fenda no corpo que dificilmente volta a fechar porque passa a fazer parte de nós, corpo e mente. Às vezes parece que fecha, devagarinho, devagarinho...parece que cai no esquecimento, parece que afinal está tudo bem. Mas quando a abrem outra vez, é como um pequeno mundo a desabar aos nossos pés.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

O meu irmão faz teatro. Normalmente o teatro assusta-me, principalmente quando é alguém como o meu irmão (tão chegado) "em cima do palco". Mas agora já não. Acabou-se a ansiedade do "e se correr mal?" ou o medo de ouvir alguém apontar para ele e dizer baixinho que "aquele rapaz é fraquito". Entro, sento-me, vou ver o meu irmão a fazer teatro. Tudo se resume a isso e não vale a pena pensar no resto.
Era um edifício um bocado podre. As pessoas esperavam as 20h55m para o teatro começar. Às 21h levaram-nos para a sala. Não tinha um palco, nem sequer lhe chamavam "peça". Era um "exercício", dizia-nos a mulher que os preparou (os alunos do curso).
Começou de uma forma estranha. Uma rapariga alta e de cabelo preto falava com voz de homem sem qualquer dificuldade e um rapaz e uma rapariga saudavam o público como dois lunáticos. Tudo o que decorreu a seguir foi como o abrir de um baú cheio de vidas. Uns representavam as histórias dos outros, mas não eram histórias quaisquer, eram histórias daquelas que marcam. Também a do meu irmão lá estava, reconheci-a muito facilmente. Acabou tudo num estado de euforia total que nunca conseguirei descrever à altura. Gritos, risos e corpos em movimento abafavam a música que não parava. 5 minutos a bater palmas, muita gente em pé. Era como uma bomba de infinitas emoções a rebentar. E eu adorei todo o segundo, do início ao fim.
Amanhã é o último dia: 20h30 no Edifício das Artes da Universidade Moderna.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Voltei com 16

Há muita coisa para contar, mas deixá-lo-ei para outro dia.
Um facto engraçado: hoje faço 16 anos. O tempo passa rápido, nem o sinto. Mas é bom ver-me crescer.
(Na realidade, quase não senti que era o meu dia de aniversário. Será que, quanto mais crescemos, menos importância damos a estas coisas? Não sei, mas senti-me muito indiferente a este 2 de Julho.)

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Até dia 2!

Vou até Tróia...E volto já! :)

terça-feira, 24 de junho de 2008

Campo de Visão

No metro, ao pé da entrada para o Colombo; Perto do Bingo e de uma mini tabacaria, sabem? Foi aí que fiquei. Sentei-me nas escadas que davam para a rua. Apoiei a cara nas mãos e os cotovelos nos joelhos. Não havia nada para fazer, por isso limitei-me a olhar para tudo o que me aparecia à frente. Comecei por reparar que estava num sítio bastante feio. O chão era sujo e estava cheio de talões das máquinas de tirar o bilhete de metro, os azuleijos azuis não me agradavam nada a vista e tudo tinha um ar muito poluído. Uma senhora de pele preta escura varria o lixo dos cantos, da vassoura amarela para a pá vermelha. Quando chegou às escadas, varreu-me os pés, olhou para mim e não disse nada. Ela não disse "desculpa", mas eu respondi à mesma um "não faz mal". Olhou para trás desconfiada, dei-lhe um sorriso e voltou a varrer. Um rapaz de óculos de sol dirigia-se à entrada para o Colombo. Olhou para mim e virou-se para outro lado três vezes seguidas, mudou de direcção e foi à tabacaria. Perguntou por uma coisa qualquer, falou como se fosse superior à senhora que o atendia, gesticulou com os braços como quem enxuta uma galinha, virou-se para mim, pôs os óculos e subiu as escadas. Passou aí uma meia hora. Vi pessoas grandes, pessoas pequenas, pessoas gordas, magras, bonitas e feias, simpáticas e desagradáveis. Um senhor com ar de empresário e de gravata vermelha fez uma chamada e disse em voz alta: "'Tô, então como está? Bem dispostoooo? Olhe, queria saber se vai comprar uma caixa de perfume à mãe (...)". Nesse preciso momento um segurança de colete amarelo fluorescente cumprimentou a senhora da tabacaria e chegou uma núvem de gente, com uma pessoa no meio a acenar-me.

Estava à espera da Bel. Chegar a horas nunca foi o seu ponto forte.

Tenho saudades de quando era assim:

"Foi como foi. Não teve de ser uma noite cheia de inovações ou coisas diferentes para ser perfeita. Bastaram as palavras.
Chegámos à sede dos AEP de Sintra. Cada vez mais as nossas cabecinhas iam pensando secretamente naquilo que se ia passar e como se ia passar. Será que ia haver muita emoção, muita choradeira? Será que ia correr tudo como tinhamos imaginado? Sim, pensavamos nisso, inevitavelmente.
Acendeu-se a fogueira, fez-se a rodinha. Alguma diferença? Não...contin
uavamos a ser exactamente o mesmo grupo, unido, à volta da fogueira. Havia tanto para dizer! Ficámos ali horas a conversar. A contar histórias, a adivinhar histórias, a rir, a lembrar, a imaginar, a cantar uma cantiga que não tinha meio de acabar :) Foi muito bom, mesmo muito bom. Depois a parte mais séria, a despedida... Os últimos passos do Grupo 29 e os primeiros do futuro Clã. Na verdade, estavamos inseguros porque, como na maioria das vezes, os planos tinham falhado quando ninguém esperava! Mas, mais uma vez, isso não importou. Esquecemos o power point, o video, o texto já pensado. Jogámos com aquilo que tinhamos: o sentimento, a palavra. Fomos espontâneos e sinceros, e isso chegou. No fundo, acaba por ser esse o espírito do nosso 29...Mesmo que as grandes coisas não resultem, temos as coisas simples, que acabam por ser ainda melhores. E é graças a isso que não deixamos morrer esta cumplicidade que temos entre nós. "Somos um, sempre um". "

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Greenpeace disse:

"Quando a última árvore tiver caído,
quando o último rio tiver secado,
quando o último peixe tiver sido pescado,
então entenderão que o dinheiro não se come"

Esta é para o Sr. George W Bush (ou outros que partilhem do mesmo défice cerebral).

6ºJ (I)

"Boom Ya!! (agora ando com esta, adoro dizer Boom Ya)
Eu sei o que é isso. Muitas vezes também dou comigo a pensar no mesmo, mas a verdade é que já não me lembro de certas pessoas, como, quem é o Diogo? Tivemos algum Diogo na turma? I'm confused. I don't remember any Diogo :/ Faço um esforço, mas está nos consfins da minha memória e por mais que procure não consigo encontrar. Diogo? Não me diz nada. Nenhuma imagem. Nada.
Eu também gosto muito de ti. E também tenho muitas saudades tuas e de todos. E não me lembres dos óculos. Não vejo a hora de não ter que usar óculos. Porcaria da genética xD.
Sim, no 6ºJ era tudo muito simples e tudo muito bonito. Isso é que era vida. Músicas do Mundo do Simão, aaahhah (riso intenso agora)...ouvir cd's debaixo do Sol, naqueles cantos ao pé do bloco. Bons velhos tempos. Ah, e as gomas que eu comia na altura xDD. E as preocupações que não tinha... Mas tu viste o Paulinho? Soubeste que era ele? Wow, fantastique.
Oh a Ana Gorda, nem me lembres. Oh peixeira e confusenta! Mas ela ainda está na Pedro? Em que ano? 9º espero.
O Pedro tem uma namorada? :O. As coisas que se passam que eu não sei. Do Paulo, o que mais me lembro é do nervosismo dele. Era super nervoso aquele miúdo. Tão nervoso que era capaz de meter pessoas super calmas nervosas.
Sim, lembro-me do Euro 2004 e dos ''bailes'' e do concurso. O jogo xDD. Lindo *vem-me uma lágrima aos olhos :')*. Mas ainda temos tempo, e mesmo que sejamos poucos acho que ainda podemos nos divertir. Oh, o tempo agora passa tão depressa. Lembro-me quando os dias duravam 24 horas, e às vezes pareciam não acabar. E a Primavera, os jogos dos polícias e dos ladrões (btw, ainda caibo dentro dos cacifos, não me perguntes como, simplesmente caibo); a serenidade; a sensação de nunca vai acabar; o "vem Joana", "vem raquel"; vamos jogar. Erámos tão livres. No worries. E não precisávamos de mais nada, porque sempre havia alguém. Sempre havia alguma coisa. A felicidade. A cabeça que bateu na cama da mãe da Raquel. As danças estúpidas, os gritos, a stôra de música, lembras-te? Ora era loira, ora era ruiva ou morena. E aqueles óculos fundo de garrafa e a cara de desenho animado maluco. Devíamos tê-la chamado de Looney Toon Teacher..."

Esta foi a resposta da pretinha. Granda miminho, que saudades...
Hoje vai um beijinho também para a Raquel :)

6ºJ

Minha querida amiga,
dei por mim hoje a ver mensagens antigas do hi5 e veio-me uma onda de saudades enorme! Quantas vezes ja podia ter-te dito que gosto muito de ti e nao disse? Bem, muitas. Tenho saudades tuas, piquinotxi que usava oculos na primeira fila da frente e dizia que queria ser cientista. Meu rico 6ºJ! Tudo isso me faz falta. Às vezes gostava de conseguir organizar um jantar com o pessoal do 6º ano, mas sinto-os todos tão dispersos! O Diogo está a trabalhar no Modelo, o Paulinho vi-o uma vez em Belém mas estava de mota num semáforo e a unica coisa que me disse foi "eh, menina, puxa as calças pra cimaa!", claro que como estava de capacete ele não me reconheceu, mas eu soube que era ele. A "Ana Gorda" ainda por lá anda, às vezes vejo-a à porta da Dona Augusta com um saco de gomas na mão. A Nádia anda com um rapaz que era da turma da Raquel na Quinta e o Pedro Mayo agora tambem tem uma namorada! O Bilhó e o Paulo Ferrão continuam uns paz de alma e no outro dia vi a "Rata" (sara reis) no Fonte Nova...continua igualzinha. O Rui continua muito gordo e está a ficar feio e bruto. O Cristiano de vez em quando manda-me um comentário, está muito querido e parece-me crescidinho. Tenho tantas saudades! Lembras-te quando foi o Euro 2004 e ia tudo de cachecois de Portugal para a Pedro? E os bailes? As kizombadas, a Idalina "Limões", o desfile de máscaras em que tu e a Raquel ficaram em 2º lugar!, as bombinhas de mau cheiro nas oficinas e o desde sempre jogo do Verdade ou Consequência! Eramos tão pequeninos...
Enfim, depois deste momento nostalgico, só te quero dizer uma ceninha muito simples:
quando tiveres tempo, apita aí e vamos falar à mesa do café.
Saudades,
Joana

Oh, que saudades que tenho destes tempos!
Um beijo à minha pretinha Bel, que vivia e vive num mundo de fantasia real que me fascina.
Fazem-me falta as nossas gargalhadas.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Uma questão de cor

Talvez tenhas razão, talvez o preto seja demasiado escuro para mim.
Obrigada PF, por te lembrares que sou uma pessoa alegre :)

domingo, 15 de junho de 2008

Aenima

Tool - Aenima.

Podem vê-los ao vivo aqui. Eu acho-os geniais.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

9/11

BUT WE ALL GAVE SOME
It all happened one September day
Some gave their lives away
Some gave a little and some gave a lot
Some gave all and some did not
But I still say
We all gave some...that day.
At eight forty five it all began
Some did about all one can
Peace on earth and united we stand
For we live in America...our heart land.
Some gave a little and some gave a lot
Some gave all and some did not
But I still say
We all gave some...that day.
Jade Napoli Licata
10 years

terça-feira, 10 de junho de 2008

Só para esclarecer:

Só pra esclarecer os ultimos posts:
felicidade, depressão, depressão, fim da depressão, (felicidade).
(deve ser de ter 15 anos ou assim. tenho um bicho chato atrás de mim chamado adolescência)

Até breve
e felicidades!

Ponto Final

irina diz:
andas mal mana?

Penny diz:
ontem foi um dia horrivel. hoje recupera-se, amanhã sorri-se.


(Vamos lá pôr um ponto final nisto. Não vale nada a pena, há coisas piores.)

Estado de Espírito

Mad World, Mad Silence, Mad Truth. Apetece-me vomitar.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

22:09

Sinto-me um enorme pedaço de merda.

domingo, 8 de junho de 2008

Rock in River


Devo dizer que foi um prazer encontrar esta gente no meio de 90 mil pessoas!

E muito amor acima de tudo! :))


sábado, 7 de junho de 2008

Poesia em Prosa


Viagem

Aparelhei o barco à ilusão e reforcei a fé de marinheiro. Era longe o meu sonho e traiçoeiro o mar.

(Só nos é concedida esta vida que temos; E é nela que é preciso procurar o velho paraíso que perdemos.)

Prestes, larguei a vela e disse adeus ao cais, à paz tolhida. Desmedida, a revolta imensidão transforma dia a dia a embarcação numa errante e alada sepultura...Mas corto as ondas sem desanimar.
Em qualquer aventura, o que importa é partir, não é chegar.
Miguel Torga

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Penny or a Smile

Tenho medo de falar do que não sei, mas acho que com sorrisos também se sobrevive.
Eu dava o sorriso. E tu?

terça-feira, 27 de maio de 2008

A Raquel ouviu

Pois é, pois é. A Raquel ouviu o meu conselho e agora escreve uma Ugly Letter! Diz que nao sabe se tem tempo e paciência, eu digo que se se agarrar a isto já não vai largar. Torna-se um vício este mundito dos blogs, acho. Mas o que eu queria mesmo dizer, é que estou contente por esta bitch aceitar o desafio (e até fui merecedora do primeiro post!). A vida não pode ser só hi5 e essas coisas a que a nossa geração se agarra.
Boa sorte para a tua Carta Feia. Chamar-lhe-ei bonita, se crescer.
[Apesar de sermos dois carrinhos de choque sempre em colisão, gosto de ti. "E ja lá vão 4 years" :)] É esta a Ovelha Mansa de que falo.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Musica para os teus ouvidos

Esta foi em Troia, alguém nos caçou. Ela dá-lhe bué, eu faço por isso.
Anyway, o importante é fazer por gosto :)


sábado, 24 de maio de 2008

Para ser grande, sê inteiro

"Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive."

Ricardo Reis

Esta preciosidade encontrei-a no blog da Daniela.
Hoje só encontro coisas bonitas, pequenos miminhos.
Sinto-me feliz e pequena, mas sou mais feliz e maior.
Sou grande porque sou inteira. Ou pelo menos tento.


Um beijo especial à Irina, ao meu irmão, à Bel e ao meu amor.
Neste momento só me apetece abraçar-vos.
Não sei porquê.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Uma das coisas mais bonitas que já vi em toda a minha vida.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Should I try to hide
the way I feel inside
my heart
for you
would you say that you
would try to love me too
in your mind
could you ever be
really close to me
I can tell the way you smile
if I feel that I
could be certain then
I would say the things I want to say tonight
but till I can see
that you'd really care for me
I will dream
that someday you'll be
really close to me
I can tell the way you smile
if i feel that I
can be certain then
I could say the things I want to say tonight
but till I can see
that you'd really care for me
I'll keep trying to hide the way I feel inside.

Um pequenino começo, quando sozinhos ainda pensavamos que de um Eu e um Tu nunca nasceria um Nós.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

In an Elevator

Adoro. Arcade Fire- Neon Bible

terça-feira, 13 de maio de 2008

Re-cobro

Há dias, alguém que me é muito próximo estava a ler um blog. Não muito usual, da parte dessa pessoa, mas estava. Perguntei de quem era. "É da D.", respondeu-me. Eu não disse nada, fingi-me indiferente.
Mais tarde, abri a página outra vez.

É o blog de alguém que está em recobro. Apaixonei-me.
Encontrei ali uma força que desconheço. Reconheci-me uma fraca perante a vida, uma queixosa descontente com o que não deve.
Às vezes apetece-me morrer num dia e acordar noutro, como aconteceu com ela. Talvez me apercebesse realmente do verdadeiro valor que tem aquilo a que chamamos de vida.

domingo, 4 de maio de 2008

Intro

Ultimamente tem me apetecido escrever. Por isso, vou fazê-lo.
Tudo se resume a isto.

Dia da Mãe

Hoje é dia da mãe, dia de consumo, dia de ir gastar dinheiro para nada. Às vezes penso que vivemos numa sociedade de merda. Como é possível deixarmos que algo tão insignificante (e isto não quer dizer desnecessário) como o dinheiro, se sobreponha às nossas próprias emoções e sentimentos? Não consigo compreender.

Acordei, e tudo à minha volta se preocupava em ir comprar a prenda da mãe antes do almoço. Estivemos meia hora de um lado para o outro à procura de uma merdice qualquer; tudo porque é dia da mãe, e no dia da mãe compram-se coisas para se oferecer às mães. Grande bosta, é o que eu acho. A mim apetecia-me não comprar nada. Para quê forçar? Se não havia nada de jeito, para quê insitir e comprar algo sem valor nenhum? Apetecia-me voltar para casa e dizer "mãe, eu amo-te muito, e não há dinheiro que pague isso", mas nem ela nem ninguém ficariam contentes o suficiente com isso. Por isso lá largámos 40€ por uma blusa, que ela nem gostou. Não fiquei contente. Ofereci-lhe então algo que em mais nenhum lado se poderia encontrar sem ser em mim própria: palavras.
Mãe, que importam os quarenta, cinquenta, sessenta ou cem milhões de euros? A melhor prenda que te posso dar é muito mais fácil. Chama-se amor.

Hoje senti mais do que nunca que há dias que são uma merda. Principalmente os que têm nome.