sábado, 22 de agosto de 2009
terça-feira, 10 de março de 2009
19h
O rapaz é de Cabo Verde. Solta os braços, as pernas, a voz, os lábios;
A rapariga é da Guiné. Solta o sorriso, as mãos, os cabelos, o olhar;
O beijo enterlaçado ocorre numa rua ocupada, numa parede graffitada, numa nuvem quente de Cê-Ó-DoiS.
O mundo está a perder a beleza.
domingo, 1 de março de 2009
Al Bertices
Surpresa agradável.
Thank you bro.

sábado, 28 de fevereiro de 2009
É só cães aí fora e eu tou a ter uma crise porque sou uma adolescente de merda
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Se calhar vou parar.
domingo, 15 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Sweet 19
É que já lá vão 19! Eu considerava grave... eheh
Minha camarada de merda, é só pra dizer que mal posso esperar por te dar um mega abraço sexta e te ver botar uns copitos abaixo! Nao te vejo ha quase um mês, na pode ser...
E vê se trazes a máquina. Quero registos! :D
domingo, 18 de janeiro de 2009
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
domingo, 11 de janeiro de 2009
a consciência do inconsciente (pesa).
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
sábado, 6 de dezembro de 2008
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
domingo, 23 de novembro de 2008
Não me chateiem.
O que ouvi de ti foi somente o "olha por ele". O resto foi música para os meus ouvidos. Porque o resto era o início de uma intriga. E eu tenho mesmo muito mais que fazer.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Sinto falta disto:

la musique,


A cerveja quente,

quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Bored
P.S- Foi o Pedro, logicamente, que caçou este belo momento.
P.P.S- Agora é que reparei que afinal não se vê quase nada. Pronto, azarinho...
terça-feira, 28 de outubro de 2008
sábado, 18 de outubro de 2008
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Um part-timezito é que já ia...
Já fiz um currículo e não me parece estar mau. Para 16 anos também não se pode pedir grande coisa. Os meus pais dizem que sim e que muito bem, mas quando chega a hora dão-lhe uma de "tem de ser conversado", o que me irrita. Encontrei um part-time de segunda a sexta das 18.30 às 21.30, porreiríssimo. Dizem-me que tem de ser muito bem falado porque não me querem deixar vir para casa todos os dias às dez da noite. E, no entanto, deixam-me passar as sextas e sábados até às tantas no Bairro Alto. Afinal em que é que ficamos? Vá, não os censuro, são pais e têm o direito e o dever de me proteger. Mas era só uma borla, para eu me lançar à estrada. Era tão bom! Enfim.
domingo, 5 de outubro de 2008
sábado, 4 de outubro de 2008
sábado, 27 de setembro de 2008
Chamam-nos anhados e, no fundo, anhados somos.
(Era uma folha, que veio da árvore, da madeira da árvore que estava nos arvoredos da floresta florestal, pregada a um placar de cortiça cortiçada arrancada dos sobreiros sobreiramente envelhecidos, na sala da aula portuguesa de Português. Foi um anónimo que escreveu anonimamente estas palavras palavreadas. E se estás a ler isto, então já anhaste anhadamente mais uns quantos segundos do tempo temporal em que te situas situadamente e, etc.).
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Uma (não última) referência a ti.
Às vezes dou por mim a olhar-te pelo canto do olho. A mesma imagem que via no início. Umas pestanas grandes, a barba miudinha, os lábios perfeitinhos, tudo incrivelmente doce. Mas se por acaso me olhas, uma tristeza gigante e traiçoeira envolve-me, rouba-me o momento. Então desvio o olhar e finjo que não aconteceu nada. Que merda de discurso! Isto não vale a pena. Só queria que soubesses que o Adeus não tem de ser eterno. Um beijo.
domingo, 14 de setembro de 2008
É preciso dizer "Adeus".
Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor,
já se não passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.
Não temos já nada para dar.
Dentro de ti
não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.
Adeus.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
terça-feira, 2 de setembro de 2008
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
sábado, 23 de agosto de 2008
"Joana, tens uma carta"

Idiotas são aqueles que acreditam que os sms's podem substituir as verdadeiras cartas. Impossível. Rasga-se o envelope, as letras escritas à mão fazem-se ler rapidamente pelos nossos olhos. A sensação é poderosa, o valor é ilimitado.
Obrigada *., por me escreveres aí das entranhas da Europa :)
sábado, 16 de agosto de 2008
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Há dias vi um pedófilo.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008
O triste sistema do Sistema
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
quinta-feira, 31 de julho de 2008
No Surprises
O início desta música dá cabo de mim.
Ultimamente o meu cérebro anda a 'tempestar' demasiado...
(Preciso de conforto)
P.S- que cena tão adolescente, não é? lol, fuck...
Um mês
domingo, 6 de julho de 2008
Quero dizer-vos isto:
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Era um edifício um bocado podre. As pessoas esperavam as 20h55m para o teatro começar. Às 21h levaram-nos para a sala. Não tinha um palco, nem sequer lhe chamavam "peça". Era um "exercício", dizia-nos a mulher que os preparou (os alunos do curso).
Começou de uma forma estranha. Uma rapariga alta e de cabelo preto falava com voz de homem sem qualquer dificuldade e um rapaz e uma rapariga saudavam o público como dois lunáticos. Tudo o que decorreu a seguir foi como o abrir de um baú cheio de vidas. Uns representavam as histórias dos outros, mas não eram histórias quaisquer, eram histórias daquelas que marcam. Também a do meu irmão lá estava, reconheci-a muito facilmente. Acabou tudo num estado de euforia total que nunca conseguirei descrever à altura. Gritos, risos e corpos em movimento abafavam a música que não parava. 5 minutos a bater palmas, muita gente em pé. Era como uma bomba de infinitas emoções a rebentar. E eu adorei todo o segundo, do início ao fim.
Amanhã é o último dia: 20h30 no Edifício das Artes da Universidade Moderna.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Voltei com 16
Um facto engraçado: hoje faço 16 anos. O tempo passa rápido, nem o sinto. Mas é bom ver-me crescer.
(Na realidade, quase não senti que era o meu dia de aniversário. Será que, quanto mais crescemos, menos importância damos a estas coisas? Não sei, mas senti-me muito indiferente a este 2 de Julho.)
quinta-feira, 26 de junho de 2008
terça-feira, 24 de junho de 2008
Campo de Visão
Estava à espera da Bel. Chegar a horas nunca foi o seu ponto forte.
Tenho saudades de quando era assim:
Chegámos à sede dos AEP de Sintra. Cada vez mais as nossas cabecinhas iam pensando secretamente naquilo que se ia passar e como se ia passar. Será que ia haver muita emoção, muita choradeira? Será que ia correr tudo como tinhamos imaginado? Sim, pensavamos nisso, inevitavelmente.
Acendeu-se a fogueira, fez-se a rodinha. Alguma diferença? Não...

sexta-feira, 20 de junho de 2008
Greenpeace disse:
quando o último rio tiver secado,
quando o último peixe tiver sido pescado,
então entenderão que o dinheiro não se come"
Esta é para o Sr. George W Bush (ou outros que partilhem do mesmo défice cerebral).
6ºJ (I)
Eu sei o que é isso. Muitas vezes também dou comigo a pensar no mesmo, mas a verdade é que já não me lembro de certas pessoas, como, quem é o Diogo? Tivemos algum Diogo na turma? I'm confused. I don't remember any Diogo :/ Faço um esforço, mas está nos consfins da minha memória e por mais que procure não consigo encontrar. Diogo? Não me diz nada. Nenhuma imagem. Nada.
Eu também gosto muito de ti. E também tenho muitas saudades tuas e de todos. E não me lembres dos óculos. Não vejo a hora de não ter que usar óculos. Porcaria da genética xD.
Sim, no 6ºJ era tudo muito simples e tudo muito bonito. Isso é que era vida. Músicas do Mundo do Simão, aaahhah (riso intenso agora)...ouvir cd's debaixo do Sol, naqueles cantos ao pé do bloco. Bons velhos tempos. Ah, e as gomas que eu comia na altura xDD. E as preocupações que não tinha... Mas tu viste o Paulinho? Soubeste que era ele? Wow, fantastique.
Oh a Ana Gorda, nem me lembres. Oh peixeira e confusenta! Mas ela ainda está na Pedro? Em que ano? 9º espero.
O Pedro tem uma namorada? :O. As coisas que se passam que eu não sei. Do Paulo, o que mais me lembro é do nervosismo dele. Era super nervoso aquele miúdo. Tão nervoso que era capaz de meter pessoas super calmas nervosas.
Sim, lembro-me do Euro 2004 e dos ''bailes'' e do concurso. O jogo xDD. Lindo *vem-me uma lágrima aos olhos :')*. Mas ainda temos tempo, e mesmo que sejamos poucos acho que ainda podemos nos divertir. Oh, o tempo agora passa tão depressa. Lembro-me quando os dias duravam 24 horas, e às vezes pareciam não acabar. E a Primavera, os jogos dos polícias e dos ladrões (btw, ainda caibo dentro dos cacifos, não me perguntes como, simplesmente caibo); a serenidade; a sensação de nunca vai acabar; o "vem Joana", "vem raquel"; vamos jogar. Erámos tão livres. No worries. E não precisávamos de mais nada, porque sempre havia alguém. Sempre havia alguma coisa. A felicidade. A cabeça que bateu na cama da mãe da Raquel. As danças estúpidas, os gritos, a stôra de música, lembras-te? Ora era loira, ora era ruiva ou morena. E aqueles óculos fundo de garrafa e a cara de desenho animado maluco. Devíamos tê-la chamado de Looney Toon Teacher..."
Esta foi a resposta da pretinha. Granda miminho, que saudades...
Hoje vai um beijinho também para a Raquel :)
6ºJ
dei por mim hoje a ver mensagens antigas do hi5 e veio-me uma onda de saudades enorme! Quantas vezes ja podia ter-te dito que gosto muito de ti e nao disse? Bem, muitas. Tenho saudades tuas, piquinotxi que usava oculos na primeira fila da frente e dizia que queria ser cientista. Meu rico 6ºJ! Tudo isso me faz falta. Às vezes gostava de conseguir organizar um jantar com o pessoal do 6º ano, mas sinto-os todos tão dispersos! O Diogo está a trabalhar no Modelo, o Paulinho vi-o uma vez em Belém mas estava de mota num semáforo e a unica coisa que me disse foi "eh, menina, puxa as calças pra cimaa!", claro que como estava de capacete ele não me reconheceu, mas eu soube que era ele. A "Ana Gorda" ainda por lá anda, às vezes vejo-a à porta da Dona Augusta com um saco de gomas na mão. A Nádia anda com um rapaz que era da turma da Raquel na Quinta e o Pedro Mayo agora tambem tem uma namorada! O Bilhó e o Paulo Ferrão continuam uns paz de alma e no outro dia vi a "Rata" (sara reis) no Fonte Nova...continua igualzinha. O Rui continua muito gordo e está a ficar feio e bruto. O Cristiano de vez em quando manda-me um comentário, está muito querido e parece-me crescidinho. Tenho tantas saudades! Lembras-te quando foi o Euro 2004 e ia tudo de cachecois de Portugal para a Pedro? E os bailes? As kizombadas, a Idalina "Limões", o desfile de máscaras em que tu e a Raquel ficaram em 2º lugar!, as bombinhas de mau cheiro nas oficinas e o desde sempre jogo do Verdade ou Consequência! Eramos tão pequeninos...
Enfim, depois deste momento nostalgico, só te quero dizer uma ceninha muito simples:
quando tiveres tempo, apita aí e vamos falar à mesa do café.
Saudades,
Joana
Oh, que saudades que tenho destes tempos!
Um beijo à minha pretinha Bel, que vivia e vive num mundo de fantasia real que me fascina.
Fazem-me falta as nossas gargalhadas.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Uma questão de cor
Obrigada PF, por te lembrares que sou uma pessoa alegre :)
sexta-feira, 13 de junho de 2008
9/11
terça-feira, 10 de junho de 2008
Só para esclarecer:
felicidade, depressão, depressão, fim da depressão, (felicidade).
(deve ser de ter 15 anos ou assim. tenho um bicho chato atrás de mim chamado adolescência)
Até breve
e felicidades!
Ponto Final
andas mal mana?
Penny diz:
ontem foi um dia horrivel. hoje recupera-se, amanhã sorri-se.
(Vamos lá pôr um ponto final nisto. Não vale nada a pena, há coisas piores.)
segunda-feira, 9 de junho de 2008
domingo, 8 de junho de 2008
sábado, 7 de junho de 2008
Poesia em Prosa

quarta-feira, 28 de maio de 2008
terça-feira, 27 de maio de 2008
A Raquel ouviu

segunda-feira, 26 de maio de 2008
sábado, 24 de maio de 2008
Para ser grande, sê inteiro
Teu exagera ou exclui
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive."
Ricardo Reis
Esta preciosidade encontrei-a no blog da Daniela.
Hoje só encontro coisas bonitas, pequenos miminhos.
Sinto-me feliz e pequena, mas sou mais feliz e maior.
Sou grande porque sou inteira. Ou pelo menos tento.
Um beijo especial à Irina, ao meu irmão, à Bel e ao meu amor.
Neste momento só me apetece abraçar-vos.
Não sei porquê.
sexta-feira, 16 de maio de 2008
the way I feel inside
my heart
for you
would you say that you
would try to love me too
in your mind
could you ever be
really close to me
I can tell the way you smile
if I feel that I
could be certain then
I would say the things I want to say tonight
but till I can see
that you'd really care for me
I will dream
that someday you'll be
really close to me
I can tell the way you smile
if i feel that I
can be certain then
I could say the things I want to say tonight
but till I can see
that you'd really care for me
I'll keep trying to hide the way I feel inside.
Um pequenino começo, quando sozinhos ainda pensavamos que de um Eu e um Tu nunca nasceria um Nós.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
terça-feira, 13 de maio de 2008
Re-cobro
Mais tarde, abri a página outra vez.
É o blog de alguém que está em recobro. Apaixonei-me.
Encontrei ali uma força que desconheço. Reconheci-me uma fraca perante a vida, uma queixosa descontente com o que não deve.
Às vezes apetece-me morrer num dia e acordar noutro, como aconteceu com ela. Talvez me apercebesse realmente do verdadeiro valor que tem aquilo a que chamamos de vida.
domingo, 4 de maio de 2008
Dia da Mãe
Acordei, e tudo à minha volta se preocupava em ir comprar a prenda da mãe antes do almoço. Estivemos meia hora de um lado para o outro à procura de uma merdice qualquer; tudo porque é dia da mãe, e no dia da mãe compram-se coisas para se oferecer às mães. Grande bosta, é o que eu acho. A mim apetecia-me não comprar nada. Para quê forçar? Se não havia nada de jeito, para quê insitir e comprar algo sem valor nenhum? Apetecia-me voltar para casa e dizer "mãe, eu amo-te muito, e não há dinheiro que pague isso", mas nem ela nem ninguém ficariam contentes o suficiente com isso. Por isso lá largámos 40€ por uma blusa, que ela nem gostou. Não fiquei contente. Ofereci-lhe então algo que em mais nenhum lado se poderia encontrar sem ser em mim própria: palavras.
Mãe, que importam os quarenta, cinquenta, sessenta ou cem milhões de euros? A melhor prenda que te posso dar é muito mais fácil. Chama-se amor.
Hoje senti mais do que nunca que há dias que são uma merda. Principalmente os que têm nome.